domingo, 20 de março de 2011

Primeiras visitas em Singapura!

Demorou algum tempo, mas oficialmente recebemos as 1ras visitas de Portugal!

As “felizardas” foram duas amigas de infância da Inês, a Ana e a Raquel.

(em nossa casa após a longa viagem!)

Vieram na que consideramos a época ideal do ano para se visitar Singapura (Fev/Março), porque é possível ver as decorações e festividades do Ano Novo Chinês, o tempo está quente (contrariamente na Europa) mas relativamente ameno (comparativamente as temperaturas elevadas de Agosto) e é óptimo para viajar nos países vizinhos porque é fora da época da Moonsoon (cheias).

Além disso os voos são geralmente mais baratos.
Com duas semanas em Singapura é possível além da cidade, visitar mais 2ou3 destinos. No caso da Raquel e da Ana, optaram por ir até Bali 4 dias e depois a Phuket também 4 dias. E os restantes passaram-nos a explorar Singapura.
Sobretudo se se puder marcar viagens em dias de semana e com alguma antecedência (3 meses é o ideal), consegue-se voos para Kuala Lumpur/ilhas na Malásia por 30 euros, Phuket/Bangkok por 60 euros, para Bali por 75 euros e para o Vietname/Cambodja por volta de 100 euros.

Em Singapura assumimos o papel de guias e visitámos vários locais tais como:

* Marina Bay e o símbolo de Singapura, o Merlion




* China Town (templos, muitas lojinhas e sente-se a vivência/vibração da cultura chinesa)



(Raquel a pedir um desejo)


(Decorações do Ano Novo Chinês)



* Orchard Road(A Avenida com 21 shopping malls! Difícil de acreditar, mas absolutamente verdade!)

* Little India (Bairro Indiano, cheio de saris, bangels, bindis, fruta e templos indianos claro!)

(Curiosos a ver os artigos de uma colorida loja Indiana)



(Uma foto com um Indiano que lhes pediu se podia tirar uma foto com elas!)



* Arab Street (Um pequeno bairro onde o álcool é totalmente proibido mas onde se pode relaxar numa das esplanadas a beber um chá e a fumar xixa)

(Encontrámos uns noivos pelo caminho a tirar fotos para depois as exporem no seu casamento)


* Swiss Hotel (no 70mo andar, há um excelente bar para tomar um copo após o trabalho e desfrutar da excelente vista de Singapura ao som de boa musica)

Elas foram também (enquanto nós trabalhávamos!) ao:

* Zoo (reconhecido como um dos Zoos mais interessantes mundialmente pela praticamente inexistência de jaulas, tentando recriar um ambiente o mais natural possível aos animais)

(É possível estar bem perto dos animais!)

(Uma replica do Rei dos Frutos, o Durian! A Raquel confirma o seu pouco agradável cheiro...)



* Sentosa Island (Ilha de “Diversão” criada de raíz pelos Singaporenses e onde se encontra o Universal Studios, Praias, bares/discotecas, Casino , etc)
* Jardim Botânico (O “Central Park” de Singapura, super agradável para passear e onde se pode ver uma vasta exposição de orquídeas)
* Singapore Flyer (Uma roda gigante que proporciona uma vista da cidade)


Algo que também nos preocupámos, foi em proporcionar uma experiência gastronómica, porque Singapura é sem duvida um local para comer bem e barato!


Desde comida Singapurense, a comida Chinesa/Cantonesa, Tailandesa, Vietnamita, Indiana…acho que experimentaram um pouco de tudo. O pior foi o picante…muito comum em quase todas as comidas Asiáticas e difícil de evitar nesta zona do mundo…

Comida Cantonesa – Dim Sum (Pasteis cozidos a vapor)

Seafood Noodles típicas do Sudeste da China

É preciso comer com pauzinhos…

As “mistelas” indianas deliciosas…

Meninas, querem partilhar os vossos comentários sobre a viagem?
Cá vos esperamos de novo…

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Cambodja!

No início de Fevereiro, aproveitámos a altura do Novo Ano Chinês para sair um pouco de Singapura e voar rumo ao Cambodja! Objectivo: Visitar os templos de Angkor Wat e conhecer um pouco da cultura do país.

2 horas de avião foi o que bastou para chegar ao Cambodja e ficarmos deslumbrados com a simpatia, comida, e abertura do povo local. 5 dias bastaram para ver tanto a capital (Phnom Pehn) como Siem Reap, a cidade onde estão situados grande parte dos templos do antigo império Khmer, os antepassados do povo do Cambodja. Ainda hoje eles intitulam-se como tendo nacionalidade Khmer, mas o império tal como é conhecido historicamente existiu desde meados do século IX até ao século XV, e chegou a estender-se também para o território actual da Tailândia, Laos, e sul do Vietname.

Mas iremos por partes, e vamos tentar blogar posts mais pequenos:

Primeiro dia: Chegámos ao aeroporto de Phnom Pehn, à entrada é preciso visto, e embora haja a opção de fazer este assim que se chegue, nós optámos por fazer pela internet, 5 dias antes e imprimimo-lo, assim não tivemos que esperar tanto tempo no aeroporto. Chegámos à noite e desde logo, ao apanhar um táxi até à cidade nos apercebemos de que as regras do trânsito aqui são outras: parar no sinal vermelho é algo raro (só mesmo quando há polícia por perto); ver carros de vez em quando em sentido contrário como se nada fosse é algo perfeitamente "aceite"; e ver 3 a 4 pessoas numa scooter sem que ninguém tenha capacete e com bebé ao colo e mulheres de saia sentadas de lado no selim, é aparentemente mesmo uma "regra local". Curiosamente não achámos o trânsito nada caótico, e os carros andam numa marcha bastante lenta, mesmo os taxistas, para o que estamos habituados tanto na Europa e até mesmo em Singapura.
Como acontece em alguns países asiáticos, utiliza-se a moeda local e o dólar Americano (com preferência óbvia para o último), pelo que alguns preços estão bastante inflacionados e prontos para agarrar o "próximo turista" desprevenido. Ainda assim, o povo é extremamente simpático e não achámos nada agressivo no sentido de tentar aproveitar-se de uma oportunidade fácil de negócio, como já vimos em outras paragens (como na Indonésia). Ficámos instalados mesmo no centro da cidade de Phnom Penh, à beira do rio Mekong, naquele que é um calçado bem grande, à beira-rio, bastante animado, com muitos restaurantes, pousadas, lojas de conveniência, bares, bancadas de livros (cópias aparentemente perfeitas) do Lonely Planet a começar nos 3 dólares e tuc-tucs. A zona talvez já esteja um pouco turística, mas é a Ásia (numa versão não muito caótica).
Aguardavam-nos 3 dias em cheio em Siem Reap, e por isso nessa noite que chegámos pouco mais fizémos do que jantar, e dar um pequeno passeio e prepararmo-nos para a viagem de 6/7 horas de autocarro da manhã seguinte até Siem Reap. Ficam aqui algumas poucas imagens do primeiro dia:


Já sentados para o jantar, um sumo de manga natural divinal, e experimentámos a cerveja local, bem mais barata do que em Singapura (mas a Sagres é bem melhor!)

Este prato (que haveríamos de repetir por muitas mais vezes durante a nossa estadia no país) chama-se "Amok" e é arroz com o caril do Cambodja - Imperdível se lá forem, peçam juntamente com "Morning Glory" (que são uns vegetais simples, mas divinais). O caril pode ser de Galinha, peixe ou carne de vaca e é fabuloso! Mais fotos da culinária local hão-de se seguir! Não nos preocupámos muito com a comida, e a verdade é que nada de dores de barriga. Apenas tivémos o cuidado de beber sempre água engarrafada. Mas iguarias mais "estranhas" estão para vir!

Vista da zona dos bares (bem maior e muito mais extensa do que a foto mostra), tirada do calçadão à beira do rio Mekong (de costas para).

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Cheirinho a Natal...

Singapura acorda 8 horas mais cedo que Portugal, e pelo que já nos parece, acorda também umas semanas mais cedo para o Natal! Ainda que não neve, não faça frio e não se ande de gorro e casaco, o que é certo é que um pouco por toda a cidade, já se sente um pouco o espírito.

Primeiro, ainda no outro fim-de-semana (quando não sabíamos o que fazer e resolvemos dar mais um saltinho a Kuala Lumpur), ficámos hipnotizados por uma pequena loja de Natal em plena Chinatown que vendia desde todo o tipo de enfeites de Natal, a postais da época e afins. Acabámos por ficar convencidos que já estávamos atrasados para montar a árvore de Natal e por isso resolvemos trazer uma pequenina da Malásia! Depois, Singapura: Orchard. Obviamente a rua, as lojas, os centros comerciais já estão todos artilhados para a caça ao consumidor. Mas mesmo os cafés, ainda há pouco vindo de um, com as suas iguarias tipo "Pudim de chocolate de natal", ou a "casa de gengibre do Pai Natal", e a musiquinha de Natal ambiente, estilo "Let it snow, Let is snow" de Frank Sinatra :) Até apetecia sair do café, por uns momentos meter as luvas e esfregar as mãos do frio, sentir o ar condensado da boca a sair... mas, em Singapura o único frio que se sente é do ar condicionado dentro do café. Lá fora leva-se é com uma parede de bafo quente e no máximo ouve-se o assobio de um transeunte local (confuso se calhar) de uma música de natal.

Verdadeiramente diversa Singapura, celebra-se todas as festividades por uma população local, sejam à maneira Hindu, Muçulmana ou Budista,... e também à nossa maneira, claro está. E pelos vistos o Natal por cá vai ser longo... Já só faltam 5 semanitas! :)